Coordenador do Parlamento Juvenil, deputado Danniel Librelon destaca o caráter inclusivo e democrático da 17ª edição do projeto
A 17ª edição do Parlamento Juvenil da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ) se destaca não apenas pela participação ativa de jovens, mas também pelo compromisso com a inclusão de estudantes neurodivergentes. Entre os 97 jovens que assumiram seus mandatos durante a jornada, Rafael Tavares Arruda (Mendes) e Gustavo Teixeira Guimarães (Engenheiro Paulo de Frontin), ambos de 16 anos e autistas de nível 1. Além de Luan de Almeida Muller Vicente (Mangaratiba), de 15 anos com paralisia cerebral, eleito para a vice-presidência da mesa diretora da edição, que marca um recorde de representatividade feminina, com 66% de jovens eleitas.
Essa inclusão é um reflexo do reconhecimento da diversidade e da importância de dar voz a todos os jovens, independentemente de suas condições. O deputado Danniel Librelon (Republicanos), coordenador do projeto na ALERJ, enfatiza que a presença desses jovens é uma prova de que a política deve ser feita com representatividade e respeito, permitindo que todos ocupem seu espaço na construção de um futuro mais justo e inclusivo.
“Quando a gente vê 853 jovens inscritos, entendemos que o Parlamento Juvenil não é só um programa, mas é um movimento. E o mais inspirador nisso tudo é saber que mais da metade é de representatividade feminina. Elas estão aqui para dizer que o futuro do Rio também passa pelas mãos delas. Mas o que realmente marca essa edição é a inclusão”, afirmou o deputado.
Democracia para todos
O parlamentar explicou que a participação de Rafael, Gustavo e Luan não só enriquece o debate, mas também serve como inspiração para outros jovens, mostrando que todos têm um papel fundamental na sociedade e a inclusão é um passo essencial para a transformação social.
“A democracia não é completa se não cabe todo mundo. Quando você tem 2 jovens com TEA (Transtorno do Espectro Autista) e um jovem com paralisia cerebral, defendendo seus Projetos de Lei no Plenário da ALERJ, estamos mudando a forma como a sociedade enxerga o que é possível e mostrando a todos que o diagnóstico não é o fim. Esses 92 municípios, as 853 inscrições, as 64 jovens eleitas, 86 PLs apresentados, tudo isso é a juventude fluminense dizendo que quer participar, que quer mudar as coisas. E nós estamos aqui para abrir essa porta”, destacou Librelon.
Ascom Deputado Danniel Librelon



